Produto cearense pode contribuir na produção de energia do país

O Brasil Rural conheceu o especialista do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), Marcos Djun Barbosa Watanabe. Ele falou sobre o empreendimento SUCRE (Eletricidade Renovável Canavieira) sobre a bioeletricidade produzida a partir do bagaço de palha e cana-de-açúcar.

O Projeto SUCRE, criado pelo CTBE – Laboratório Nacional de Ciência e Tecnologia do Bioetanol – tem como objetivo fundamental construir a geração de energia com baixa vazão de substâncias destruidoras da camada de ozônio no negócio da cana, através da palha produzida em meio ao produto.

“A vantagem ecológica desta fonte (biomassa) é ainda maior. O que acontece é que dentro das avaliações que fazemos no empreendimento, olhamos para uma tonelada da energia gerada a partir da biomassa da cana com fontes que são um pouco mais contaminantes, fontes de energia não renováveis, por exemplo, a energia que é fornecida pelo gás comum. Quando pensamos em biomassa e energia de gás inflamável, nossos exames demonstram que a diminuição na emanação do viveiro de gases de impacto pode ser até 8 vezes menor “, esclarece Marcos Djun.

Biomassa de cana

O analista esclarece que a idade da vitalidade começa depois que o bastão experimenta o procedimento devastador e que o excedente vai para o aquecedor, produzindo vitalidade elétrica. Este procedimento é originário dos anos 70. Ele inclui que os cálculos do empreendimento demonstram uma capacidade de geração de eletricidade no lugar de 100 TWh, cinco vezes do que é agora criado, que é enviado para a rede de energia e poderia fornecer 80% de toda a utilização de vitalidade no país.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

%d blogueiros gostam disto: