7 mortos em protestos e saques promovidos pela esquerda do Chile

Pelo segundo dia consecutivo, as autoridades decretaram, neste domingo (20), toque de recolher no Chile

A medida foi tomada por conta dos violentos protestos da esquerda e saques que continuaram a acontecer na capital Santiago neste final de semana.

O ministro chileno do Interior, Andrés Chadwick, disse em pronunciamento que já morreram ao menos sete pessoas durante os últimos atos.

Duas mortes foram registradas durante a madrugada de ontem, após incêndio em um supermercado O fogo em uma fábrica na periferia da capital deixou os outros cinco mortos.

“Hoje tivemos mais de 70 atos de grave violência, entre eles, mais de 40 saques”, disse o ministro Chadwick. 

O Ministério Público do Chile informou que 1.462 pessoas foram presas em todo o Chile: 614 em Santiago e 848 no restante do país.

O general Javier Iturriaga, responsável pelo estado de emergência decretado no país, pediu aos chilenos que fiquem em casa. 

Por sua parte, o presidente Sebastián Piñera disse em um pronunciamento público que “a democracia tem a obrigação de se defender”, informa o portal G1.

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