O ”Mais Médicos” do Bolsonaro

 

O Programa Mais Médicos foi criado em 2013, no Governo Dilma, sob a justificativa de suprir a carência de médicos em municípios mais afastados, e que teoricamente não haveria médicos brasileiros dispostos a atender essas localidades. Dessa forma, abriu-se as fronteiras do país à Ditadura dos Castro, para mais de 8 mil cubanos prestarem atendimento médico à nossa população.

No entanto, não foi divulgado o regime de escravidão ao qual os médicos estariam condicionados, onde apenas 30% da remuneração paga pelo governo brasileiro ficaria com os prestadores de serviço, sendo o restante repassado integralmente ao governo cubano, além de que suas famílias ficariam impedidas de residirem em solo brasileiro.

Ocorre que em 14 de novembro de 2018, o Ministério da Saúde de Cuba declarou por meio de nota oficial, que estará retirando seus médicos de solo brasileiro até o final do ano, uma vez que o Presidente Eleito Jair Bolsonaro teria proferido “declarações ameaçadoras e depreciativas”. Na verdade, o novo líder brasileiro propôs uma renovação nos termos do acordo firmado entre as duas nações, onde direcionaria 100% da remuneração aos médicos, estes poderiam trazer suas famílias para morarem juntos novamente, e prestariam um exame para revalidação do diploma de medicina, ou seja, novos termos que só trariam benefícios para os cubanos e brasileiros. Cuba não entendeu assim.

Bolsonaro declarou que dará asilo ao cubanos que não queiram retornar à ditadura.

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