Brasil conseguirá mais investimentos estrangeiros no próximo governo?

Heads of states pose for a group picture at the BRICS summit meeting in Johannesburg, South Africa, July 27, 2018.Gianluigi Guercia/Pool via REUTERS

Jair Bolsonaro membro do PSL, foi escolhido no domingo passado para supervisionar o Brasil a partir de janeiro do próximo ano, com 55% dos votos legítimos, contra cerca de 45% do rival Fernando Haddad. Em meio a inúmeras questões neste período turbulento de transição, qual deve ser o direcionamento do país frente a especulação externa?

A vulnerabilidade política do Brasil em 2018 assustaram os especialistas financeiros e influenciaram negativamente a economia nacional. Informações da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) demonstram que a nação caiu na porção principal do sexto para o nono lugar entre as metas fundamentais de especulação. De janeiro a junho, US$ 25,5 bilhões foram enviados ao Brasil, um declínio de 22%, contrastando com US$ 32,6 bilhões em igual período de 2017. O próximo presidente terá capacidade de reverter essa situação?

Para o especialista em Finanças Internacionais Vinicius Rodrigues Vieira, professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI-USP), o governo a seguir, impulsionado por Bolsonaro, tem tudo para estar bem direcionado ao mercado, porém isso não implica que tal estratégia terá sucesso.A principal fonte de especulação para o Brasil nos últimos dois anos, a China, tem um medo específico com a nova organização no Palácio do Planalto por causa dos comportamentos novo chefe de estado.

Em um artigo distribuído pelo China Daily, o melhor jornal estatal da China, os chineses advertiram que o exame minucioso de Pequim “pode ​​servir a algum objetivo estratégico, mas a despesa monetária pode ser difícil para a economia brasileira, que recentemente deixou sua visão mais notável”. Ainda alega “De acordo com a produção, o Brasil teria mais a perder do que ganhar no caso em que escolhe abraçar uma conversa forte como a do líder dos Estados Unidos, Donald Trump, encarregado de iniciar uma guerra empresarial entre as duas forças mundiais notáveis”. Assim declarou o importante divulgador da mídia naquele país.

Apesar das questionáveis ​​proclamações de Jair Bolsonaro com relação à abordagem da política externa brasileira, Vinicius Vieira acredita que o novo Brasil tem uma tendência a ser até mesmo mentalista em suas relações financeiras globais. A propósito, ele adverte que, no caso de uma diminuição na corrente de especulações chinesas por causa de contradições provocadas pelo presidente devidamente eleito no Brasil, os Estados Unidos, uma nação demonstrada por Bolsonaro como talvez o cúmplice primário do Brasil, poderiam preencher a lacuna deixada por Pequim.

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